(THE FINAL DESTINATION)
05 DE FEVEREIRO NOS CINEMAS
NA OCASIÃO DO LANÇAMENTO VERIFIQUE A CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA DO FILME
Imagens e vídeos: Divulgação/PlayArte
*Melhor Filme
Avatar
Um Sonho Possível
Distrito 9
Educação
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
Preciosa
Um Homem Sério
Up - Altas Aventuras
Amor sem Escalas
*Melhor Diretor
Quentin Tarantino, por Bastardos Inglórios
Kathryn Bigelow, por Guerra ao Terror
Lee Daniels, por Preciosa - Uma História de Esperança
James Cameron, por Avatar
Jason Reitman, por Amor sem Escalas
*Melhor Filme estrangeiro
Ajami (Israel)
O Segredo de seus Olhos (Argentino)
A Teta Assusta (Peru)
O Profeta (França)
A Fita Branca
*Melhor Atriz
Sandra Bullock, por Um Sonho Possível
Helen Mirren, por Last Station
Meryl Streep, por Julie e Julia
Carey Mulligan, por Educação
Gabourey Sidibe, por Preciosa - Uma História de Esperança
*Melhor Ator
Jeff Bridges, por Coração Louco
Collin Firth, por Um Homem Sério
George Clooney, por Amor sem Escalas
Morgan Freeman, por Invictus
Jeremy Renner, por Guerra ao Terror
*Ator Coadjuvante
Matt Damon, por Invictus
Woody Harrelson, por O Mensageiro
Christopher Plummer, por The Last Station
Stanley Tucci, por Um Olhar no Paraíso
Christoph Waltz, por Bastardos Inglorios
*Atriz Coadjuvante
Penélope Cruz, por Nine
M'onique, por Preciosa - Uma História de Esperança
Vera Farmiga, por Amor sem Escalas
Maggie Gyllenhaal, por Coração Louco
Anna Kendrick, por Amor sem Escalas
*Roteiro original
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
O Mensageiro
Um Homem Sério
Up - Altas Aventuras
*Roteiro Adaptado
Distrito 9
Educação
In the Loop
Preciosa - Uma História de Esperança
Amor sem Escalas
*Melhor Animação
O Fantástico Sr. Raposo
Coraline
A Princesa e o Sapo
Up - Altas Aventuras
The Secret of Kells
*Direção de arte
Avatar
O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus
Nine
Sherlock Holmes
The Young Victoria
*Melhor Canção Original
Almost There, de A Princesa e o Sapo
Down in New Orleans, de A Princesa e o Sapo
Loin de Paname, de Paris 36
Take It All, de Nine
The Weary Kind, de Coração Louco
*Melhor Trilha Sonora
Avatar
O Fantástico Mundo do Senhor Raposo
Guerra ao Terror
Sherlock Holmes
Up - Altas Aventuras
*Melhor Edição de som
Avatar
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
Star Trek
Up - Altas Aventuras
*Melhor Mixagem de som
Avatar
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
Star Trek
Transformers - A Vingança dos Derrotados
*Melhores Efeitos Especiais
Avatar
Distrito 9
Star Trek
*Melhor Curta-metragem
The Door
Instead of Abracadabra
Kavi
Miracle Fish
The New Tenants
*Melhor Curta-metragem de animação
French Roast
Granny O'Grimm's Sleeping Beauty
The Lady and the Reaper
Logorama
A Matter of Loaf and Death
*Melhor Maquiagem
Il Divo
Star Trek
The Young Victoria
*Melhor Edição
Avatar
Distrito 9
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
Preciosa - Uma História de Esperança
*Melhor Fotografia
Avatar
Harry Potter e o Enigma do Príncipe
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
A Fita Branca
*Melhor Figurino
Brilho de Uma Paixão
Coco Antes de Chanel
O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus
Nine
The Young Victoria
*Melhor Documentário
Burma VJ
The Cove
Comida S/A
The Most Dangerous Man in America: Daniel Ellsberg and the Pentagon Papers
Which Way Home
*Melhor Documentário curta-metragem
China's Unnatural Disaster: The Tears of Sichuan Province
The Last Campaign of Governor Booth Gardner
The Last Truck: Closing of a GM Plant
Music by Prudence
Rabbit à la Berlin
"Os Desajustados" (The Misfits, EUA) é um dos filmes mais deprês de todos os tempos, em que Gable, Clift e Eli Wallach fazem três vaqueiros que conhecem uma mulher ingênua que acabou de se divorciar, interpretada por Marilyn.
O que podemos dizer de Clark Gable? Um dos primeiros galãs do cinema em “E o vento levou...” e um baita de um ator, ganhador do Oscar por “Aconteceu naquela noite”.
Bom, e Marylin? Ficou marcada como sex symbol e durante muitos anos teve que provar que não era só um rostinho bonito...
- O diretor também é ator e foi indicado ao Oscar de melhor coadjuvante em 1963 pelo filme “O cardeal”, de Otto Preminger. Também participou de “Chinatown”(1974) de Roman Polanski, entre outros...
- O roteirista Arthur Miller é um dramaturgo extremamente reconhecido e suas peças mais famosas são “A morte de um caixeiro viajante” (vencedora do prêmio Pulitzer) e “As bruxas de Salem”.
- Eli Wallach (um dos vaqueiros do filme) está com 85 anos e ainda trabalhando! Esteve recentemente em “O amor não tira férias” e “Nova York, eu te amo” (recentemente lançado nos cinemas e ainda em exibição)
"Lula - O Filho do Brasil"
"Contatos de 4o Grau" (The Fourth Kind)
Dia 08 chega ao cinemas a adaptação cinematografia de "Sherlock Holmes".
Ainda no dia 08 estreia a continuação de "Alvin e os Esquilos":
No dia 15 entra em cartaz a adaptção de uma das obras infantis mais tocantes que já li, "Onde Vivem os Montros" (Where the wild Things Are).
Os fã de manga irão se deliciar com a adaptação de "Astro Boy".
Para quem curte musicias, estreia "Nine" o novo filme de Rob Marshall, mesmo diretor de Chicago.
E fechando o mês entra em cartaz um dos filmes, que eu considero como uma das aspostas do ano, é o mix de terror, ação, comédia e muita confusão "Zumbilândia" (Zombieland).
Mais um final de ano se apróxima, e nada melhor do que fazer uma retospectiva e relembrar aquilo que valeu a pena esperar e também relembrar os fiascos, as surpresas e as decepções que alguns filmes nos causaram.
1. "Bastardos Inglórios" (Inglorious Basterds, EUA)
2. "Se Beber, Não Case" (The Hangover, EUA)
3. "Quanto Dura o Amor?" (Brasil)
4. "De Repente, Califórnia" (Shelter, EUA)
5. "(500) Dias com Ela" ((500) Days with Summer, EUA)
6. "A Verdade Nua e Crua" (The Ugly Truth, EUA)
7. "Coco Antes de Chanel" (Coco Avant Chanel, França)
8. "Garota Infernal" (Jennifer's Body, EUA)
9. "Arraste-me Para o Inferno" (Drag me to Hell, EUA)
10. "A Saga Crepúsculo: Lua Nova" (The Twilight Saga: New Moon, EUA)
"Do Começo ao Fim" (Brasil)
"Harry Potter e o Enigma do Príncipe" (Harry Potter and the Half-blood Prince, Ing)
"Distrito 9" (District 9, Nova Zelândia/Africa do Sul)
"9 - A Salvação" (9, EUA)
"Uma Prova de Amor" (My Sister's Keeper, EUA)
"Divã" (Brasil)
"É Proibido Fumar" (Brasil)
"Brüno" (EUA)
"Zumbilândia" (Zombieland, EUA)
Infelizmente um dos filmes nacionais, até então, mais polêmico do ano chega a ser decepcionante, "Do Começo ao Fim", em cartaz nos cinemas nacionais, causou uma grande polêmica e até mesmo uma grande expectativa que não nos leva a nada, a não ser um filme vazio.
Outro fato em particular, é atraição de um deles com uma garota, até agora estou tentando entender o sentido daquela cena, e onde ela se encaixa no contexto.
O livro autobiográfico fala sobre o cinquentão desempregado e sem rumo que ganhava a vida sendo crítico de cinema e livros para diversos jornais e para a TV, David Gilmour. Certo dia, vendo o baixo astral do filho de 15 anos, Jesse, quando o assunto é escola e a pouquissima carga de dever de casa do garoto, ele sente-se alarmado e o chama para conversar. Percebe que na verdade o garoto não suporta de forma alguma a escola que frequenta e muito menos o cronograma de estudos. Ok, nada de diferente da maioria dos estudantes nessa faixa etária. Mas David é quem faz toda essa história ser diferente e muito interessante: aproveitando o tempo livre por não ter emprego, propõe á Jesse que simplesmente largue a escola e seja educado por ele por meio de sessões de filmes semanais. Obviamente, Jesse concorda e é aí que a história comovente entre pai e filho começa.
Com o filme “Os Imcompreendidos” (1959), de François Truffaut, o leitor é simplesmente mergulhado no mundo dos filmes e começa a aprender sobre cinema junto com Jesse, um mundo em que David separa por “módulos” (ele leva realmente a sério essa história de “educação alternativa”), como o “Módulo Prazeres Culpados” ( “Uma Linda Mulher” (1990), “ Rocky III – O Desafio Supremo” (1982)), ou o “Módulo Tesouros Enterrados” ( “ Quiz Show – A Verdade dos Bastidores” (1994), “ A Última Missão” (1973)).
O bacana é ver que David faz uma pequena apresentação sobre os filmes antes de iniciar a sessão para Jesse, falando sobre curiosidades de filmagens (você acha que Stephen King gostou da adaptação que Stanley Kubrick fez para o filme “O Iluminado”? Não mesmo!), truques de diretores consagrados ( “Jesse, preste atenção na famosa tomada da velha senhora falando ao telefone (...). Observe que uma porta escurece um pouco a cena. Por que não podemos ver com clareza? Será que o diretor, Roman Polanski, cometeu um erro? Ou foi uma tentativa intencional de produzir um efeito qualquer?” – sobre “O Bebê de Rosemary” (1968)), uma pequena biografia sobre os diretores ( “Alfred Hitchcock tem uma queda pouco saudável por algumas atrizes loiras de seus filmes” ) e, é claro, muitas opiniões pessoais sobre tudo relacionado á sétima arte ( ele cita cinco motivos para os seres humanos A-MA-REM Jack Nicholson ).
Mas “O Clube Do Filme” não é simplesmente um livro sobre filmes. Paralelamente ao clube, acompanhamos o relacionamento entre David e Jesse nessa fase conturbada de suas vidas. Enquanto David tenta entrar em contato com velhos colegas para obter emprego, Jesse começa um namoro com uma vietnamita que o deixa aborrecidamente insano, isso quando ele não se envolve com drogas ou um bando de bêbados cubanos. Mas sempre David o salva – sem esquecer, é claro de um bom sermão á Jesse por se meter em confusão.
É realmente delicioso ver como os dois convivem, o filho cheio de inseguranças sobre garotas, o futuro e a vida, enquanto o pai tenta passar sua experiência ao máximo para o filho. A visão de David sobre o filho nos faz parar para pensar em nosso próprio relacionamento com nosso pai, em coisas do tipo “poxa, eu deveria tê-lo ouvido” e termos vontade de correr para abraçar nosso velho. Na última cena do livro (um show de rap, vê se pode!) eu não consegui conter as lágrimas ao acompanhar um pai orgulhoso vendo seu filho aonde ele sempre quis: no topo, fazendo o que gosta, com quem gosta, com um “quê” de dever cumprido.
Um livro recomendado para pais que querem desvendar seus filhos, filhos que querem desvendar seus pais, quem simplesmente esteja á procura de uma boa biografia familiar, mas, principalmente, é claro, para amantes de um bom cinema.
Imagens e vídeos: Divulgação
“Julie&Julia” de Julie Powell foi sem dúvida um dos livros mais divertidos que li este ano, então, esperar pelo filme foi algo pelo qual aguardei ansioso.
No livro, Powell nos ensina várias coisas além de como Dominar a Arte da Cozinha Francesa, ela nos ensina lições valiosas e principalmente como alcançar nossos objetivos e não desistir deles nos momentos mais difíceis.
Já o filme “Julie&Julia”, que chega nos cinemas nacionais nesta sexta-feira, 27 de novembro, não passa de algo leve, despretensioso e divertido... para quem não leu o livro ou não conhece a história das duas heroínas. Ephron, mesma diretora de “A Feiticeira” (?) conseguiu juntar dois livros, além do de Powell ela mistura a história do livro “Minha vida na França” de Julia Child, e consegue com enorme êxito estragar ao menos um dos livros, pois o de Child ainda não tive a oportunidade de ler.
Child é interpretada por ninguém menos que Meryl Streep, sim ela está fantástica mais uma vez, porém se for para analisar a trama toda em si, a principal é Julie Poweel, interpretada por Amy Adams, e não Child, porém Ephron consegue fazer a receita desandar, e o bolo acaba não crescendo, ao colocar Streep como a protagonista e dar muito mais ênfase a sua história, ou seja, fiquei em dúvida se eu estava vendo o filme certo, ou se eu havia lido o livro errado.
A história é simples, Julie Powell está insatisfeita com o emprego, sem perspectivas e prestes a completar 30 anos, ela decide mudar de vida e encara o desafio de executar as receitas do clássico livro da cozinheira Julia Child no prazo de um ano. Para relatar o feito, ela escreve um blog para uma platéia faminta por suas palavras digitadas, que misturam ingredientes e histórias de vida. A riqueza das centenas de pratos adoça seu cotidiano, e ela começa a experimentar a “joie de vivre” que lhe faltara por tantos anos.
Enfim, se você não leu nenhum dos dois livros, como diria Child “Bom Appetit”, porém se você leu um dos dois livros, sinto muito em lhe informar que você saíra da sala de cinema acreditando que o bouef bourguignon de Nora Ephron ficou tempo demais no forno e acabou queimando, ou que ela não conseguiu fazer ao menos uma receita do MtAoFC.
Imagens e vídeos: (Divulgação)
A espera finalmente chegou ao fim: hoje, 20/11, foi a estréia de "A Saga Crepúsculo: Lua Nova".
Fomos informados de que somente às 12h30, a formação da fila que daria acesso a sala e exibição seria formada.
Enquanto isso, formulávamos cinco perguntas que seriam realizadas aos fãs. O prêmios? Um kit exclusivo do filme contendo bloco de notas + botton + porta retrato.
: mais 60 pessoas ganharam brindes do filme (as 30 primeiras levaram pôster do filme "Crepúsculo" com a assinatura do Robert Pattinson + botton do "Lua Nova", e as outras 30 levaram o pôster do "Crepúsculo").
A recepção foi calorosa e todos participaram!











20 de novembro, a espera de muitos fãs chegou ao fim, não eram nem 11 horas da manhã e muitos fãs aguardavam ansiosos para o ínicio da sessão das 13 horas do filme mais aguardado do ano "A Saga Crepúsculo: Lua Nova" (The Twilight Saga: New Moon).
O investimento, quase quatro vezes maior que o primeiro filme, mostra o porque o filme está causando tanto alvoroço no mundo todo. Os efeitos especiais são de primeira, e adaptação está sensacional, baseado no best-seller de Stephenie Meyer, as modificaçõs feitas na trama só ajudam o contexto o filme a ficar ainda mais intrigante.
Os méritos do filme estão em tudo, desde sia adaptção e direção (Chris Weitz), até sua trilha sonora, com canções de bandas, até agora, desconhecidas.
O roteiro, é um verdadeiro mix de ação, drama, romance, mistério e muita comédia, a ídeia de colocar tais tiradas sarcasticas, fizeram da trama algo mais leve e menos despretensiosa.
A coletiva de imprensa aconteceu em São Paulo, no dia 01 de novembro, estavão presentes os atores Kristen Stewart e Taylor Lautner.
Dentre vários temas, os atores da "Saga" falaram sobre a emoção de viver os personagens, a decisão de escalar ou não o Taylor para "Lua Nova", as diferenças entre "Crepúsulo" e "Lua Nova", o sucesso alcançado pela produção e claro, sobre sua visita ao Brasil.
Pergunta: Quando a seqüência de Crepúsculo foi confirmada, ainda não era certo se Taylor Lautner continuaria no papel de Jacob Black. Como vocês lidaram com a dúvida?
Kristen Stewart: Na cabeça de todo mundo, Taylor Lautner era ideal para o papel. Ele era jovem na época, mas nós sabíamos que ele era o cara certo para o personagem. A mídia fez essa incerteza parecer maior, ainda mais se compararmos ao sentimento do restante do elenco.
Taylor Lautner: Naquela época ainda não existia diretor nomeado. Mesmo sem saber o que aconteceria, eu me centrei no que deveria desempenhar. Me preparei para Jacob mesmo sem saber se continuaria a interpretá-lo.
Pergunta: A Comic-Con 2009 teve um burburinho maior por conta do painel de Crepúsculo e dos fãs da saga que participaram do evento. Como vocês encararam a situação?
Taylor: Nossos fãs são muito emotivos e calorosos aonde quer que estejamos. Isso não aconteceu só na Comic-Con, é em qualquer lugar. Várias pessoas dormiram em frente ao hotel de ontem para hoje, por exemplo!
Kristen: A Comic-Con foi o primeiro lugar que mostrou imagens e trechos de Lua Nova. Hoje tem muito material liberado, mas lá foi a primeira vez. Achei bem legal a interação inédita que aconteceu com os fãs na Califórnia.
Pergunta: Quais são as principais diferenças de Crepúsculo e Lua Nova?
Taylor: Eu não participei ativamente de Crepúsculo, só estive em algumas cenas. Posso falar do trabalho com o Chris Weitz, que é um cara muito talentoso. Foi ótimo.
Kristen: Quando se trabalha com alguém tão talentoso, você se sente desafiada. Chris Weitz deixou que nos apropriássemos de nossos papéis, que pudéssemos construir nossos personagens. No primeiro filme, Bella está totalmente segura. Em Lua Nova, ela não sabe mais nada, mas recupera essa confiança inata com a ajuda de Jacob e com a volta de Edward. A história desacelera um pouco e fica mais real.
Pergunta: A que vocês atribuem o sucesso da saga no Brasil?
Taylor: Acho que a série é muito maior do que histórias de vampiros e lobisomens. Pessoas do mundo inteiro conseguem se identificar com as situações, não importa o país.
Kristen: É, basicamente, uma história de amor. Existe um nível emocional exacerbado que a gente não vê todo dia. Os impactos desse amor alteram inclusive o estado físico de Bella, é algo muito inusitado. Definitivamente a saga não é só sobre vampiros e lobisomens.
Pergunta: Em recente pesquisa brasileira, constatou-se que crianças de 9 a 13 anos preferem Jacob a Edward. Como esse fenômeno pode ser explicado?
Taylor: Não sei, acho que no Brasil existem muitos fãs do Jacob [risos]. Eu adoro a personalidade dele e fico muito grato por ter conquistado o papel e o amor dos fãs.
Pergunta: Com que freqüência Robert Pattinson participa do filme, uma vez que ele quase não aparece no livro?
Kristen: O Robert está bastante atuante em Lua Nova, mesmo que seja só na cabeça de Bella.
Taylor: É uma maneira de desenvolver o triângulo amoroso, já que em Crepúsculo as atenções estavam voltadas para Bella e Edward. Agora Jacob tem a sua vez.
Kristen: É legal, pois você percebe como Bella vai se apaixonando por Jacob. Se vocês não se lembrassem de Edward e Robert Pattinson, provavelmente não reclamariam se ela ficasse com Jacob [risos].
Pergunta: Quais são os argumentos para que Bella escolha Jacob?
Taylor: Sinto que essa pergunta é uma enrascada, mas vamos tentar [risos]. Tudo depende do tipo de menina que ela é e do que ela gosta. Jacob e Edward são opostos.
Kristen: Jacob é ótimo para Bella na teoria. Ela é mais natural quando está com ele, mas as meninas nem sempre escolhem o que parece ser a melhor alternativa [risos]. Eles confundem um pouco amizade e amor.
Pergunta: Vocês leram os livros antes dos roteiros?
Taylor: Definitivamente. Quando filmei Crepúsculo, Jacob era bem diferente. Os livros nos ajudam com os detalhes.
Kristen: Eu estava trabalhando muito na época e não sabia ao certo o que era Crepúsculo. Li o roteiro, gostei muito e aí sim fui atrás dos livros. O roteiro é só um esboço. Sempre que fazemos uma cena icônica nos baseamos nos livros.
Pergunta: Como foi interpretar a mudança da “Bella protegida” em Crepúsculo para a “Bella agressiva” de Lua Nova?
Kristen: Eu não achei difícil essa transição. É uma mudança natural. Em Lua Nova, por conta do que acontece com Edward, Bella amadurece. Ela está se tornando uma mulher, não é mais a menininha de antes.
Pergunta: Taylor, como foi o trabalho de malhação necessário para você interpretar Jacob?
Taylor: Houve muito esforço e levou certo tempo. Logo que acabou Crepúsculo eu comecei a me exercitar e a comer bastante carne e shake de proteínas [risos].
Kristen: E ele nem sabia se realmente continuaria no papel! Esse detalhe torna a sua dedicação ainda maior.
Pergunta: O que vocês fariam se estivessem tão perdidos quanto a Bella de Lua Nova?
Kristen: É difícil me comparar com a Bella. Não que eu não seja capaz de amar daquele jeito, mas tentamos criar para ela coisas mais fortes do que qualquer um possa sentir um dia. Eu provavelmente não faria nada, ficaria na fossa [risos].
Taylor: Vou pensar nessa e, quem sabe, responda mais tarde [risos].
Pergunta: Quais percepções vocês tiveram do Brasil e o que fizeram durante a estadia?
Taylor: Essa é minha parte favorita! Eu adoro churrascarias brasileiras e ontem fomos a uma. Eu amei. Também reparei que aqui existem mais prédios do que eu imaginava [risos].
Kristen: Pode parecer ignorância minha, mas não imaginava que São Paulo fosse enorme desse jeito. Os fãs também foram muito amistosos e amigáveis. Foi demais.
Imagens e vídeos: Divulgação